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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Falência da PETROBRAS ! Quem deseja isto e qual a razão ?

US military doctrine (veja isto !)

Lucro bruto da Petrobras no segundo trimestre de 2014 foi de R$ 38,5 bilhões. Resultado é superior ao do primeiro trimestre 2013, principalmente devido aos maiores preços de derivados. Na comparação com o trimestre anterior, o lucro operacional da empresa teve um aumento de 17%, passando de R$ 7,6 para R$ 8,8 bilhões. Leia mais: http://goo.gl/G0dN2H

The United States military's doctrine has espoused a strategic intent to be capable of achieving this state in a conflict, either alone or with allies[1] by defeating any adversary and controlling any situation across the range of military operations.
The stated intent implies significant investment in a range of capabilities; dominant maneuver, precision engagement, focused logistics, and full-dimensional protection.

Criticism

As early as 2005, the credibility of full-spectrum dominance as a practical strategic doctrine was dismissed by Professor Philip Taylor of the University of Leeds[2] an expert consultant to the US and UK governments on psychological operations, propaganda and diplomacy.
"It's true, though rarely recognized in the control-freakery world of the military, that full spectrum dominance is impossible in the global information environment."
Harold Pinter referred to the term in his 2005 Nobel Prize acceptance speech:

"I have said earlier that the United States is now totally frank about putting its cards on the table. That is the case. Its official declared policy is now defined as 'full spectrum dominance'. That is not my term, it is theirs. 'Full spectrum dominance' means control of land, sea, air and space and all attendant resources."

esclarecimentos do Prof. Octavio Gouveia: VERDADES ATUAIS SOBRE A PETROBRAS !
Querem acabar com a PETROBRAS ! Entenda as razões !  É simples. Cuidado com as mentiras levianas publicadas todo dia na nossa grande imprensa !  Eles (os PIGs - Partido da Imprensa Golpista), ganham para denegrir a reputação da PETROBRAS ! Claro que existem irregularidades e corrupção em parte da  sua gerência. Que sejam apurados os fatos e presos os desonestos. O que não se pode esquecer é que a empresa tem mais de 60 mil empregados diretos. Muito honrados, honestos e competentes. Eu trabalhei nela por onze anos. Todos os meus colegas eram concursados como eu. Não há afilhados na PETROBRAS. Isto é verdade ! Por outro lado, pergunto:  Só existe corrupção na PETROBRAS ? Pq alguns jornais só falam disto ?  Entenda um pouquinho e não se deixe iludir !
A cadeia produtiva do setor petróleo se resume em cinco grandes etapas a saber:
gerão prejuízos

Upstream       1) PESQUISA    2) PERFURAÇÃO    3) PRODUÇÃO 
geram lucros enormes

Midstream      4) REFINO (PETROQUÍMICA)        

Downstream  5) VENDA DE DERIVADOS

  • Upstream: (etapas 1,2 e 3 acima)  Engloba as atividades de busca, identificação e localização das fontes de óleo (pesquisa), e ainda o transporte deste óleo extraído até as refinarias (perfuração e produção), onde será processado. Resumindo, são as atividades de exploração, perfuração e produção.
  • Midstream: (etapa 4) É a fase em que as matérias-primas são transformadas em produtos prontos para uso específico (gasolina, diesel querosene, GLP, ...). São as atividades de refinamento.


  • Downstream: (etapa 5)  É a parte logística. Transporte dos produtos da refinaria até os locais de consumo. Compreendendo o transporte, distribuição e comercialização.

  • São caras e geram prejuízo (são deficitárias) as etapas 1, 2 e 3.
    São muito lucrativas e geram um saldo total muito positivo as etapas 4 e 5.
    Vale destacar que toda empresa de petróleo que preze pelo seu futuro deve ter atuação e ser eficiente nas cinco etapas acima !  
    Em resumo, se não atuarem nas etapas 4 e 5 não terão lucro para bancar as etapas 1, 2 e 3 (geradoras de prejuízos). 
    No entanto, não podem deixar de ser eficientes nas etapas 1, 2 e 3, pois não tendo petróleo para refinar,  estarão fadadas a falir !  Ou terão que buscar petróleo em outras fontes (Outros países ou outras empresas). Eis a questão prezado leitor ! Assim se encontram hoje as empresas multinacionais ! São elas:

     Exxon-Mobil, Chevron-Texaco, Shell e BP 
    estão sem petróleo e com seu futuro comprometido !
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     Exxon-Mobil, Chevron-Texaco, Shell e BP

    Controlam 3% das reservas de petróleo ! 
    apenas 3 % !  Estarão falidas em anos !
    Por isto precisam desesperadamente invadir e dominar Países (Iraque) e/ou financiar mídias entreguistas nos países que possuem petróleo (Pré-sal da PETROBRAS) !
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    O Cartel das Sete Irmãs (atualmente seis) era formado pelas seguintes companhias:

    1. Royal Dutch Shell. Atualmente chamada simplesmente de Shell.
    2. Anglo-Persian Oil Company (APOC). Mais tarde, British Petroleum Amoco, ou BP Amoco. Atualmente é conhecida pelas iniciais BP.
    3. Standard Oil of New Jersey (Esso). Exxon, que se fundiu com a Mobil, atualmente, ExxonMobil.
    4. Standard Oil of New York (Socony). Mais tarde, Mobil, que fundiu-se com a Exxon, formando a ExxonMobil.
    5. Texaco. Posteriormente fundiu-se com a Chevron, formando a ChevronTexaco de 2001 até 2005, quando o nome da companhia voltou a ser apenas Texaco.
    6. Standard Oil of California (Socal). Porteriormente formou a Chevron, que incoporou a Gulf Oil e porteriormente se fundiu com a Texaco.
    7. Gulf Oil. Absorvida pela Chevron, posteriormente ChevronTexaco.

    Após, as “Sete irmãs”  tornaram-se apenas quatro: ExxonMobil, ChevronTexaco, Shell e BP.
    Ao contrário das multinacionais anglo-americanas acima citadas; as empresas listadas abaixo, detém em 2014, perto de noventa por cento (90%) das reservas mundiais de petróleo. Ou seja, elas dominam as etapas 1,2 e 3 acima. 
    1) Aramco, Arábia Saudita;
    2) Gazprom, Rússia;
    3) CNPC, China;
    4) NIOC, Irã;
    5) PDVSA, Venezuela;
    6) Petrobras, Brasil; e
    7) Petronas, Malásia.

    Campanhas na mídia dos países que detém o controle sobre estas empresas acima (possuídoras de 90% DAS RESERVAS ATUAIS DE PETRÓLEO) são pagas para incentivar nestes países a venda ou desnacionalização destas estatais. Se preciso for, seus governantes e partidos serão derrotados por via democrática. Se nenhuma destas táticas der resultado, tudo será aceito.  Estas empresas acima deverão ser anexadas, compradas, invadidas militarmente se preciso for o território onde esta o petróleo !  O fato concreto é : As seis irmãs (Exxon-Mobil, Chevron-Texaco, Shell e BP) não poderão sucumbir diante do fato de não terem petróleo !

    Isto não é minha opinião, nem é nascido da minha mente : Leia mais se desejar ! 

    Moniz Bandeira esclarece aos inocentes !

    http://www.record.com.br/livro_sinopse.asp?id_livro=27805

    Com base nas mais diversas fontes de informação, o renomado cientista político Moniz Bandeira analisa os acontecimentos que desde a dissolução do bloco socialista e a desintegração da União Soviética abalaram os países da Eurásia e ainda convulsionam o Oriente Médio e a África do Norte. Em A segunda Guerra Fria, o autor defende a tese de que os Estados Unidos continuam a implementar a estratégia da full spectrum dominance (dominação de espectro total) contra a presença da Rússia e da China naquelas regiões. “Importante contribuição da obra de Moniz Bandeira é a revelação documentada de que as revoltas da Primavera Árabe não foram nem espontâneas e ainda muito menos democráticas, mas que nelas tiveram papel fundamental os Estados Unidos, na promoção da agitação e da subversão, por meio do envio de armas e de pessoal, direta ou indiretamente, através do Qatar e da Arábia Saudita”, afirma o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, que assina o prefácio do livro.  Moniz Bandeira aprofunda, desdobra e atualiza as questões apresentadas em outro livro de sua autoria – Formação do Império Americano (Da guerra contra à Espanha à guerra no Iraque), lançado em 2005. “Em face das revoltas ocorridas na África do Norte e no Oriente Médio a partir de 2010, julguei necessário expandir e atualizar o estudo. Tratei de fazê-lo, entre e março e novembro de 2012, em cima dos acontecimentos, i.e., ainda quando a história fluía, sempre se renovando, passando, como as águas de um rio”, afirma o autor. Considerado o mais importante especialista brasileiro em relações internacionais, Moniz Bandeira faz uma análise da situação do Brasil na conjuntura internacional. Ele fala sobre o surgimento de possíveis obstáculos para a formação de um bloco sul-americano e faz alertas, como a necessidade de deter a evasão de divisas promovida pelos capitais especulativos e a necessidade de o país ter competência militar para se defender e dissuadir.

    Leia mais em:

    http://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Internacional/Para-Moniz-Bandeira-primavera-arabe-expoe-segunda-Guerra-Fria/6/29510

    ENERGY & MISSILE OFFENSE
    In mid-March of 2009 the Pentagon’s Missile Defense Agency (MDA) held a conference in Washington. At that meeting Sen. Carl Levin (D-MI) stated, “Missile defense is an important element of our nation’s defense. For example, it is a high priority to field effective defenses for our forward-deployed forces against the many hundreds of existing short- and medium-range missiles.”
    patriot
    Patriot missiles.
    The Obama administration is currently deploying “missile defense” (MD) systems in Turkey, Romania, Poland and on Navy destroyers entering the Black Sea. The NATO military noose is tightening around Russia.
    Russia has the world’s largest deposits of natural gas and significant supplies of oil. The US has recently built military bases in Romania and Bulgaria and will soon be adding more in Albania. NATO has expanded eastward into Latvia, Lithuania and Estonia, right on Russia’s border. Georgia, Ukraine, Sweden and Finland are also on the list to become members of the cancerous NATO.
    An Indian journalist observes,
    “The arc of encirclement of Russia gets strengthened. NATO ties facilitate the [eventual] deployment of the US missile defense system in Georgia. The US aims to have a chain of countries tied to ‘partnerships’ with NATO brought into its missile defense system – stretching from its allies in the Baltic to those in Central Europe. The ultimate objective of this is to neutralize the strategic capability of Russia and China and to establish its nuclear superiority. The National Defense Strategy document, issued by the Pentagon on July 31, 2008, portrays Washington’s perception of a resurgent Russia and a rising China as potential adversaries.”

    Falência da PETROBRAS ou desespero das multinacionais ?

    A Petrobras precisou de apenas oito anos para extrair 500 mil barris diários de petróleo do pré-sal, sendo que no Golfo do México foram necessários 19 anos para que as multinacionais (Shell, EXXON-MOBIL, CHEVRON) alcançassem esse mesmo volume. Onde esta a incompetência da PETROBRAS tão alardeada pelos entreguistas do nosso petróleo ?

    fonte:

    revista internacional PIW (Petroleum Intelligence weekly)

    sexta-feira, 5 de setembro de 2014

    PRÉ-SAL É PRIORIDADE NACIONAL ! INDEPENDENTE DE PARTIDOS !

    quinta-feira, 4 de setembro de 2014

    O BRASIL JÁ É AMBIENTALMENTE CORRETO em termos de (MATRIZ ENERGÉTICA RENOVÁVEL)


    A matriz energética mundial ainda é muito centrada em fontes fósseis, como petróleo, carvão e gás natural (Figura 2 - a direita). Estas fontes respondem por cerca de 80% do consumo mundial de energia.
    O Brasil tem uma matriz muito mais sustentável, na qual cerca de 45% vem de fontes renováveis, como hidroelétrica e biomassa (Figura 1 - a esquerda).

    COMENTÁRIOS DO PROF. OCTAVIO GOUVEIA

    Como professor da Fundação Osório (representando-a na Escola Superior de Guerra - ESG) em três diferentes Cursos de Extensão nos quais apresentei Seminários sobre ENERGIAS RENOVÁVEIS e anteriormente como empregado da PETROBRAS (REDUC e CENPES) tive a oportunidade de aprender com grandes mestres (Cel. Nelsimar Moura Vandelli / Prof. José Walter Bautista Vidal / Deputado José Aldo Rebelo Figueiredo / Senador José Eduardo de Barros Dutra / Eng. Ozires Silva / Geólogo Guilherme Estrella) os ensinamentos que sintetizo a seguir:

    1) Ao comparar o Brasil com as grandes economias mundiais (países com maiores PIBs) podemos afirmar:  nenhum outro País no mundo tem uma matriz energética tão limpa(renovável). Os combustíveis fósseis ambientalmente mais agressivos (geradores do efeito estufa),  somam 38,4% (Petróleo) + 6,4 % (carvão) + 9,3% (gás natural) num total de 54,1 % na matriz energética brasileira.
       No mundo estes valores somados totalizam (petróleo 35,3%) + (carvão 24,1%) + (gás natural 20,9%) = 80,3% na matriz energética mundial.

       Em resumo:

    combustíveis fósseis (não renováveis e agravadores do efeito estufa):

    BRASIL  =  54,1%                        MUNDO  =  80,3%

    BIOMASSA 
    Nosso grande potencial energético ! Somos o único País do mundo penta ! Cinco fatores nos colocam muma condição ímpar pra sermos os maiores produtores de biomassa (tipo de energia que substituirá o petróleo a partir da segunda metade deste século).
    1.fator) Água potável em abundância
    2.fator) sol intenso nas quatro estações do ano
    3.fator) terras livres e férteis (80% do nosso solo ainda esta desocupado !)
    4.fator) tecnologia própria (totalmente nacional)
    5.fator ) Recursos humanos qualificados (em parte do próprio setor alcoleiro e em parte na PETROBRAS BIOCOMBUSTÌVEIS S.A., além dos técnicos da EMBRAPA) e infra-estrutura adequada e integrada (entre o setor canavieiro e a PETROBRAS que disponibiliza os seus dutos, tanques, navios-tanques, terminais de estocagem e refinarias para transferência e estocagem do ETANOL).

    Deve-se aqui destacar que o ETANOL será daqui a duas décadas substituto do petróleo na petroquímica. A PETROQUÌMICA se transformará na ÀLCOOLQUÌMICA. Os plásticos e os derivados petroquímicos serão obtidos a partir do ETANOL.  Por isto, urge que o Brasil priorize não a exportação de ETANOL puro, mas sim de petroquíicos derivados do ETANOL.(gerando assim dez vezes mais valor agregado, riquesas e empregos aqui no nosso mercado interno). Não deveremos ser mais uma vez na história, exportadores de matéria-prima, como revela o programa de governo de uma candidata, que ao se dizer VERDE, esta na verdade priorizando interesses estrangeiros, ao propor que exportemos ETANOL puro !

    Homenagem ao brasileiro criador do pró-alcool (meu ex-professor)
    José Walter Bautista Vidal, (Salvador, 2 de dezembro de 1934 —Brasília, 1º de junho de 2013) foi um engenheiro e físico brasileiro, ex-professor da Universidade de Brasília que, juntamente com Urbano Ernesto Stumpf (1916-1998), foi o idealizador do motor a álcool e é considerado uma das maiores autoridades do país em produção de energia, responsável pela implantação de 30 instituições de pesquisas e centros tecnológicos, no Brasil . J. W. Bautista Vidal é autor de 12 livros, dentre eles se destacam: -De Estado Servil à Nação Soberana - Civilização Solitária dos Trópicos -Soberania e Dignidade, Raízes da Sobrevivência -O Esfacelamento da Nação -A Reconquista do Brasil. Esses quatro títulos são um depoimento sobre os acontecimentos do tempo em que fez parte do governo como principal mentor do Pró-Alcool. A leitura é obrigatória para quem quer entender mais sobre a economia Brasileira e o porquê de sermos tão tecnologicamente dependentes dos países não tropicais, mesmo sendo aqui o melhor lugar para se produzir combustíveis renováveis. Vidal também ocupou várias funções no governo federal. Ele foi secretário de Estado de Ciências e Tecnologia nos governos de Ernesto Geisel e de José Sarney

    "Estamos vivendo dois colapsos: o colapso energético, dos combustíveis fósseis, que é uma era suicida. E o colapso ambiental, do efeito estufa, que eleva a temperatura da terra." Bautista Vidal 

    2) A Biomassa representa 29,7% da nossa matriz energética (ETANOL e biodiesel). Atualmente só atingimos este expressivo patamar, em razão de uma conjugação de fatores históricos abaixo destacados.

     3) O setor privado produtor de álcool (indústria sucroalcoleira) brasileira é geradora de muitos empregos e bastante desenvolvida tecnologicamente. Destaca-se aqui o papel que a PETROBRAS teve e sempre terá na PARCERIA com este setor energético nacional. Refiro-me a infra-estrutura da PETROBRAS no setor de transferência e estocagem (Dutos, tanques, navios tanques e refinarias). Se este setor da PETROBRAS não trabalhasse em harmonia e PARCERIA com os produtores do ETANOL, não se conseguiria suprir e abastecer as diferentes regiões deste imenso Brasil.

    4) Esta parceria acima foi inicialmente viabilizada e incentivada pelo governo do Presidente Figueiredo (último presidente militar). O Brasil vivia a crise de preços do petróleo nos anos 80. Se não fosse a visão nacionalista deste presidente, conjugado com o fato da PETROBRAS ser uma empresa pública (estatal), o governo federal não teria como incentivar e criar o pró-álcool. Vejam prezados leitores, a importância da PETROBRAS no sentido de ter viabilizado um projeto de PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA (PETROBRAS-USINEIROS) lá nos anos 80 ! Aquela parceria, que na prática perdura até hoje, permitiu ao Brasil ter a matriz energética limpa atual (devido ao programa do pró-álcool). Algo semelhante acontece hoje com o BIODIESEL.

    HIDROELÉTRICA   

    5) A grande quantidade de energia hidroelétrica é outra vantagem comparativa do Brasil frente as outras grandes nações no mundo. Apesar da atual,  injusta e maliciosa campanha da nossa grande imprensa ANTI-NACIONAL, contra a construção da usina de Belo Monte no Pará. A disponibilidade de ENERGIA ELÉTRICA no estado do Pará, irá num médio prazo, permitir que aquele estado e os estados nordestinos próximos, se capacitem a receber investimentos industriais permitindo seu desenvolvimento sócio-econômico. Poderemos ter no NORDESTE um pólo de desenvolvimento; que devido a maior proximidade com a Europa e os EUA, permitirá ao Brasil exportar manufaturados a preços mais competitivos para estes grandes mercados consumidores. (logística mais favorável em comparação com o sudeste).

    outras vantagens da energia hidrelétrica


    SOLAR e EÓLICA

    carro movido a energia solar

      Serão acrescidas na matriz brasileira nos próximos anos, com enormes vantagens ambientais. Cumpre ressaltar que ambas são energias complementares. Não há como movimentar nosso enorme parque industrial com estes dois tipos de energia. Em outras palavras, estas energias não substituem as outras.

       Solar e eólica serão muito bem-vindas e deverão ser desenvolvidas, sempre dando prioridade ao desenvolvimento de tecnologias e empresas brasileiras nestes setores.

    Universidade do Sol (Fundação Augusto Mazzon)

       Assim estaremos atingindo nossa independência energética, fato que nos colocará em vantagem comparativa com as maiores economias do mundo.

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    Mente Colonial 

    A idéia de conversar com vocês aqui é que se introduza na cultura brasileira, um conhecimento da nossa realidade, o que nós somos, qual é o nosso papel no mundo. Acho que todo mundo tem que se perguntar isso, qual é o meu papel no mundo? E as nações muito mais, e nós não estamos fazendo essa pergunta, temos que fazer essa pergunta. Aliás, [José] Ortega y Gasset, filósofo espanhol, definiu magistralmente o que é mente colonizada, que é aquela gente que ignora o espaço do país a que pertence e ignora os problemas do seu tempo.
    Nós ignoramos o espaço, nós não sabemos que somos a grande potência energética do planeta, e os comportamos como se fossemos um país dependente, servil, assim não dá. Isso é uma questão cultural. Porque as universidades não estão jogando isso na cabeça dos jovens, para pelo menos debaterem, porque são um bando de covardes. E o pior, que eu por exemplo, digo isso por que sou professor, eu não me excluo não, também sou culpado, devia ter feito muito mais do que fiz.
    A minha geração se entregou, e vocês vão pagar um preço descomunal. Quais são as alternativas que vocês têm no futuro de um Brasil dependente, servil, ignorando a sua verdadeira realidade? O de ser escravos ou canalhas. E os postos para o trabalho são poucos, veja que perspectiva terrível. Tem que sair dessa. Desativar esse processo. A juventude precisa se levantar, raciocinar, exigir de seus pais, de seus parentes. Esse acovardamento geral é um negócio doente, porque as pessoas não pensam, as pessoas não discutem, porque elas não assumem a realidade. Porque as universidades não fazem isso? É claro que grande partes dos professores das universidades, como eu, fomos fazer doutorado lá fora, e tivemos nossas cabeças feitas pelo processo colonial. A minha não.
    A coisa mais terrível é a mente colonial, a mente colonial não assume a sua personalidade, não assume o que nós somos, nem identifica os problemas do nosso tempo. É o que eu estou tentando fazer aqui, dizendo que o Brasil é a maior potência energética do planeta, o que não precisa dizer mais nada. Energia que movimenta o mundo, energia é fonte de poder, de todo o processo civilizatório, energia é a fonte do trabalho. É quase que um ente divino. Até Aton IV que viveu quatorze séculos antes de cristo, foi quem criou a primeira religião monoteísta, e o Deus era o sol. Construiu a cidade do sol, tinha uma mulher belíssima que era Nefertiti, fez um poema de hino ao sol, que é um tratado de termodinâmica, escrito quatorze séculos antes de cristo. A termodinâmica é uma ciência que se desenvolveu no final do século XIV.
    O que nós temos que fazer é deixar de ser mentes colonizadas, e a juventude, s crianças já nascem colonizadas, não é possível. Nosso destino está marcado pela indignidade, não é ne pela estupidez, é pela indignidade, que é uma coisa muito mais grave do que a estupidez.
    A minha geração, estou me referindo a minha geração, não a de vocês, vocês tem que reverter essa situação, tem que reverter esse processo, através do conhecimento da realidade, assumir o processo de reversão, esse processo é indigno de qualquer ser humano que tenha alma e que tenha propósitos grandiosos. Então meus amigos, nós temos tudo para ser a nação mais rica, mais esplendorosa, mais solidária, mais humana, mais bela que o homem jamais construiu nesse nosso planeta.

    Prof. José Walter Bautista Vidal (criador do pró-alcool)

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    Homenagem ao brasileiro que descobriu o pré-sal
    PRÉ-SAL - GUILHERME ESTRELLA - O HOMEM QUE INVENTOU

    Oito anos depois de aposentado, Guilherme Estrella foi chamado de volta ao trabalho. Dois anos depois da posse do presidente Lula, levava ao presidente os mapas dos gigantescos reservatórios do pré-sal brasileiro, concentrado na bacia de Santos. Virou o "pai do pré-sal" para Lula. Cotado para presidir a PPSA, que vai administrar os contratos de partilha do pré-sal, ele diz não querer nem pensar na possibilidade.

    Nasci durante a Segunda Guerra, justamente a responsável por fazer da geologia a ciência de maior crescimento na época. Os submarinos alemães se escondiam em formações geológicas em frente aos EUA, daí a necessidade de conhecer essa ciência.
    Sou de uma família classe média da Ilha do Governador, zona norte do Rio. Vivia de frente para a baía de Guanabara, que não era o esgoto que é hoje. Morávamos na Lagoa, na zona sul, mas meu pai reclamava do barulho da obra do bonde e nos mudamos.
    Fui o geólogo descobridor de um dos maiores poços da bacia do Recôncavo, Miranga, no interior da Bahia, que produz até hoje. A Petrobras produzia 100 mil barris por dia. Em 1966 fiz um levantamento de Alagoas até Vitória e encontrei formações favoráveis a muito petróleo.
    Tinha uma frase famosa, do geólogo americano Walter Link, de que o petróleo no Brasil era no mar, e não em terra. Com os primeiros dados, foi dada a autorização para contratar sonda e perfurar no mar.
    Eu vivia no interior da Bahia e nem via os movimentos políticos, não participava de nada, mas sabia que os governos militares sempre privilegiaram a Petrobras.
    A empresa nunca foi uma empresa do governo, mas de governo, seja qual for.
    Na época do Geisel [presidente Ernesto Geisel, 1974-1979] fizemos a primeira perfuração no mar do Espírito Santo, no campo de Guaricema. Os testes indicaram óleo, mas subcomercial. Conta-se que Geisel não aceitou e disse que ia produzir de qualquer maneira, e acabou sendo a primeira descoberta relevante do Brasil.
    Descobrimos assim que as simulações que eram feitas antes estavam erradas.
    No início dos anos 1970 eram produzidos entre 5.000 e 10 mil barris por dia no mar.
    Nessa época fundaram a Braspetro [1972], durante a crise do petróleo, porque os países fornecedores exigiam que os compradores investissem onde compravam, para achar mais petróleo. Faziam isso países como Argélia, Egito, Iraque, Irã e Líbia, que vendiam para o Brasil.
    Fui trabalhar no Iraque em 1976 e descobrimos um dos maiores campos do mundo, Majnoon, com 50 bilhões de barris de reservas.
    O campo ficava perto do Irã e não podíamos queimar o óleo do teste de formação de poço. Tive que abrir uma bacia enorme no deserto para colocar o óleo.
    Mas a Petrobras teve que devolver o campo. O governo nos chamou e disse que grandes campos não faziam parte da política de permitir a operação de estrangeiras no país, que deviam apenas complementar a produção.
    A Petrobras foi indenizada direitinho e algumas empresas brasileiras também foram beneficiadas. A Mendes Júnior foi construir estrada de ferro, a Sadia entrou no mercado lá e passamos a exportar Passats para lá.
    Voltei ao Brasil em 1978 e fui trabalhar na bacia do Espírito Santo. A bacia de Campos já produzia mais que as outras, mas é um estigma, eu nunca trabalhei na bacia de Campos. Vimos que o petróleo no Espírito Santo estava mais embaixo do que previra o Cenpes, centro de pesquisa da Petrobras.
    Perfurar mais fundo foi uma dica que veio de um geólogo franco-americano que trabalhava na Chevron. Ninguém vende uma informação dessa, ele nunca ganhou um tostão por isso.

    Fui para o Cenpes e, em 1982, assumi a superintendência. Nessa época já se falava sobre a teoria da separação das placas tectônicas dos continentes sul-americano e africano, que levaram à formação dos reservatórios similares em ambas as costas, mas não havia tecnologia para pesquisar isso.
    No Cenpes elegemos um colega para uma vaga importante, mas a diretoria vetou porque ele era presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobras. Eu pedi demissão, não aceitei. Isso era 1995, a ditadura já tinha acabado.
    Minha esposa morrera um mês antes. Fui morar em Friburgo [região serrana do Rio], casei de novo, entrei para o PT. Fui eleito presidente porque era único com tempo e dinheiro. E também porque a outra chapa perdeu prazo para se habilitar.
    Quando Lula ganhou em 2002 fizemos a maior festa. Recebi ligações dizendo que se falava em meu nome para voltar à Petrobras. Recebi um convite do José Eduardo Dutra [presidente da empresa] e voltei.
    Quando cheguei lá, não encontrei uma empresa de petróleo, mas uma instituição financeira que investia no setor de petróleo. Tinham acabado com os cursos fora, com as viagens para seminários. Estavam concentrados apenas na bacia de Campos, fazendo caixa, sem investir.
    Começamos a expansão. E no primeiro leilão de áreas de petróleo eu vi que a coisa era séria. Quando perdi o primeiro bloco para a Devon, que colocou 100% de conteúdo nacional, a então ministra Dilma Rousseff me ligou cinco minutos depois e disse: "Soube que você perdeu um bloco, isso não vai se repetir, está entendido?".
    E claro que não perdi mais nenhum. Ali eu senti que a Petrobras ia reassumir a hegemonia do setor de petróleo no Brasil.
    No final de 2005, o gerente-executivo Mario Carminatti me trouxe uns mapas da "picanha azul", como ficou conhecida a área do pré-sal da bacia de Santos. Fui ao Gabrielli [José Sergio Gabrielli, então presidente da Petrobras] e ele me levou para a Dilma, que me levou ao Lula.
    Foi aí que começamos a fazer o marco regulatório, eu era o único geólogo naquelas reuniões do marco. O maior embate foi a Petrobras como operadora única, mas só inova quem faz, e decidimos manter assim.
    O Lula me chamava toda hora lá em Brasília para mostrar a apresentação de como era o pré-sal, já andava com o pendrive no bolso.
    Fiquei muito orgulhoso de participar do marco regulatório, mas vi que era a hora de parar. Estava com 70 anos. Trabalhava de 7h às 21h, morava em uma apart-hotel no Leblon, estava separado.
    Ocorreu uma revolução tecnológica, a Petrobras estava completamente diferente de quando cheguei.
    Ficou claro para mim que não dava mais, tinha que deixar a turma nova entrar.
    Muita empresa me chamou para participar do conselho de administração, mas não acho certo, possuo informações confidenciais da companhia, é difícil trabalhar numa concorrente. Não me arrependo. Estou cuidando do meu acervo, das minhas coleções em Friburgo, das plantas.

    leia sobre A IMPORTÂNCIA DO PRÉ-SAL

    segunda-feira, 1 de setembro de 2014

    TRAIÇÃO AO BRASIL ! FIM DA UNICAMP e DA UNIVERSIDADE PÚBLICA ! FIM DO PRÉ-SAL ! MARINA VEM AÍ !

    PRÉ-SAL: 1ª VÍTIMA DO PLANO DE 

    GOVERNO DE MARINA


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    Produção em crescimento de 600 mil barris/dia pela Petrobras no pré-sal não sensibiliza candidata Marina Silva, do PSB; em programa de governo de mais de cem páginas, coordenado pela herdeira do banco Itaú Neca Setúbal, acento na produção de combustíveis vai mesmo para o etanol, extraído a partir da cana-de-açúcar por uma centena de usinas no País; Petrobras prevê que vendas a partir da exploração das águas profundas possam render mais de US$ 100 bilhões ao País nos próximos dez anos; presidenciável que cresce nas pesquisas vê de outra maneira: "Costumo dizer que o petróleo é um mal necessário. Temos que sair da idade do petróleo"; guinada de 180 graus em relação a estratégias implantadas ao longo de 12 anos nos governos Lula e Dilma poderá ter alta velocidade


    O programa de governo da candidata Marina Silva, do PSB – um livro de de 100 páginas, que foi coordenado pela herdeira do banco Itaú Neca Setúbal, como interface das ideias da presidenciável com o ex-governador Eduardo Campos – já tem uma primeira vítima: o pré-sal. Num eventual governo Marina, o acento tônico da presidente e seus principais auxiliares será na direção de reerguer a cadeia produtiva do etanol, na qual sobressaem usinas que extraem combustível a partir da cana-de-açúcar.
    Manter na Petrobras a política de "produção, produção e produção", expressada pela presidente da estatal, Graça Foster, não é, definitivamente, intenção da candidata que sucedeu Campos.
    - Costumo dizer que o petróleo ainda é um mal necessário, frisa Marina. Temos de sair da idade do petróleo. Não é porque falte petróleo. É porque encontraremos e já estamos encontrando outras fontes de suprimento de energia.
    A partir deste ponto de vista, a prioridade da candidata já está demonstrada na retomada da cultura da cana para alimentar as usinas de etanol. Um compromisso firmado pessoalmente por Marina, na quinta-feira 28, em Sertãozinho, no interior de São Paulo, pela postulante do PSB.
    O prenúncio de esvaziamento da área de produção da Petrobras, em caso de vitória de Marina, como já apontam pesquisas de intenção de votos para um possível segundo turno, representa uma guinada de 180 graus na política pública exercida até aqui para a estatal de petróleo. Mesmo tendo ocupado as manchetes em razão da criação da CPI para investigar a compra da Refinaria de Pasadena, a Petrobras está dando um show mundial em termos de obtenção de petróleo. A companhia é a única do mundo a ter aumentado sua produção nos últimos anos. E, agora com um valor de mercado estimado em US$ 100 bihões, voltou a ocupar a ponta no ranking das maiores empresas da América Latina.
    A presidente Dilma Rousseff classificou como "leviandade" a maneira como a oposição vai tratando a Petrobras. Ela e Graça Foster trabalham com a certeza de que a estatal já passou pela fase mais difícil de sua história e estaria entrando, exatamente em razão das descobertas e exploração do pré-sal, num círculo virtuoso. Em tempo recorde, após os leilões de exploração em regime compartilhado, com prevalência da empresa nacional, a Petrobras já vai extraindo 600 mil barris/dia em seus poços de águas profundas.
    A estatal trabalha com dados objetivos de que está diante de uma reserva natural de 12 bilhões de barris de óleo de boa qualidade. Para Marina, no entanto, o futuro está muito mais no modelo de usinas que empregam cortadores de cana do que na alta tecnologia que envolve a obtenção do "mal necessário".

    1. Onda Vermelha 1.09.2014 às 14:22
      Marina abre o jogo: deixa o pré-sal para os gringos! Energia, só de cata-vento e espelhinho! 29 de agosto de 2014 | 12:05 Autor: Fernando Brito - Não foi preciso nem que a diretora da Chevron, Patrícia Pradal, fosse pedir, como fez com José Serra, em 2010. Marina Silva, espontaneamente, anunciou que vai deixar o petróleo do pré-sal lá embaixo, bem enterradinho, para que, um dia, os gringos venham tirar. Seu programa, dizem os jornais, vai tirar a prioridade “da exploração do petróleo da camada do pré-sal na produção de combustíveis”. Ou seja, deixar por lá mesmo uma quantidade imensa de petróleo, tão grande que faz a Agência Internacional de Energia prever que o crescimento da oferta de petróleo no mundo, nas próximas década, virá mais do Brasil do que do Oriente Médio. Adeus, 75% da renda do petróleo do pré-sal para a educação. Goodbye, 25% para a saúde! Tchau, indústria naval, engenharia nacional e empregos! Fiquem lá esperando até que os gringos venham te buscar! O que ela sugere no lugar da maior reserva de petróleo descoberta no século 21? Energia eólica e energia solar. Caro que ninguém é inimigo, muito pelo contrário, do uso da energia dos ventos e do sol para gerar eletricidade, e o Brasil vem avançando muito neste campo. Só que, com a ciência de almanaque de Marina Silva, deixa-se de lado a sinceridade. Um parque eólico muito - que é caríssimo – vai gerar perto de 40% de sua capacidade instalada, porque o vento, obvio, não é constante. Ou seja, para produzir um 1 megawatt é preciso instalar turbinas capazes de gerar pelo menos 2,5 MW. O parque eólico de Osório, do Rio Grande do Sul, um dos maiores da América Latina, ocupa com seus cata-ventos uma área de 130 km², quase tanto quanto a usina de Santo Antonio inundou além da área que já era antes ocupada pela calha do Rio Madeira, para gerar de meros 51Mw médios, menos que uma só das 30 turbinas que já operam naquela usina! E a energia solar? A maior usina solar do mundo só consegue abastecer – se tiver sol todo o tempo – a cidade de Niterói! Produz 340 Mw, o que é meio por cento do que o Brasil consome! Recém-inaugurada pela empresa Google, gera menos que 15% da energia gerada por Santo Antônio e para isso transforma 13 km² do deserto de Mojave, na Califórnia, numa fornalha solar. São 3.150 campos de futebol cobertos de espelhos refletindo energia do sol para caldeiras a vapor! Só para cobrir o crescimento da demanda, precisaríamos fazer umas dez fornalhas gigantes destas por ano! E, claro, com problemas ambientais, só que trocando a ecologia do bagre pela do calango. Qualquer pessoa com conhecimento técnico ouve para o que Marina diz com o espanto de quem olha um energúmeno. E qualquer empresa de petróleo do mundo ouve o que Marina diz com o salivar de quem tem grandes apetites. Ela só agrada aos bobos e aos muito espertos. Marina Silva seria a P-36 do petróleo brasileiro. 
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    domingo, 31 de agosto de 2014

    EDUCAÇÃO DE PRIMEIRO MUNDO JÁ ! SÓ O PRÉ-SAL PRIORIZADO GARANTIRÁ ISTO !

    Com 75% dos royalties e 50% do fundo social do pré-sal destinados à Educação —  
    em 35 anos, serão gerados recursos de R$ 1,3 trilhão. Isto é dinheiro para colocar o Brasil no primeiro mundo em termos de educação !  Colocar isto em segundo plano é CRIMINOSO !
    É anti-patriótico ! O candidato que ousar isto é sem nenhum compromisso com o Brasil ! Esta não é uma questão partidária ! É uma questão nacional, de soberania e independência do nosso País ! Fora Marina Silva !!!!!!!!!
    http://oglobo.globo.com/brasil/dilma-diz-que-posicao-de-marina-sobre-pre-sal-obscurantista-13772983