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sábado, 20 de abril de 2019

INTERESSE NACIONAL acima de questões políticas e partidárias: BRASIL acima de tudo !

General
Eduardo Dias da Costa Villas Bôas:
"Hoje, o petróleo é produzido no Brasil, mas a sociedade brasileira pouco usufrui dele. Quem mais lucra com ele são as petrolíferas estrangeiras. Assim, hoje, existe o “roubo legal” do nosso petróleo, demonstrando nossa sociedade estar indefesa".

Preços do Diesel e da Gasolina da PETROBRAS ! / CPOG explica: Petrobras e a Estrutura de Preços da Gasolina no Brasil em...




PREÇOS no MERCADO INTERNACIONAL:

O PREÇO DO PÃOZINHO MUDA TODO DIA ? 

Na padaria não ! No mercado SPOT sim !


Existem duas formas diferentes de se precificar uma COMODITY !

Uma é pelo seu preço futuro e a outra pelo seu preço spot.

Pequenos e médios compradores usam o mercado SPOT.

Os grandes compradores negociam preços pelo Mercado FUTURO com o objetivo de negociar melhores preços.

Assim ocorre com as grandes empresas de petróleo e de alimentos. O preço do trigo varia diariamente no Mercado SPOT (BOLSA DE CHICAGO ).

Nem por isso as empresas de alimentos alteram seus preços diariamente ou semanalmente. Nem por isso o preço do pão das nossas padarias tem que variar semanalmente. 

E atenção: O Brasil é importador de trigo !  desvantagem !

No entanto: o Brasil NÃO É IMPORTADOR DE PETRÓLEO !
                                        enorme vantagem !

O mesmo se deve ao mercado mundial de combustíveis !

As grandes multinacionais de petróleo negociam o preço do petróleo no mercado futuro. Negociam entregas durante seis meses no mínimo. Por isso não tem razão para alterações semanais nos preços.

A PETROBRAS trabalha assim !

Tal qual todas as grandes empresas de petróleo.

Com uma vantagem 
no caso da PETROBRAS ! 

Ela é autossuficiente 
em petróleo !

Poucas empresas de petróleo
no mundo atual, possuem 
esta vantagem competitiva ! 


Qual a razão da Petrobras 
ser obrigada a atrelar seus 
preços ao mercado 
Internacional ?

A quem isto pode interessar ?

Certamente isto não interessa 
aos brasileiros !

Comparação entre Preço da Gasolina na Europa x Preço da Gasolina no Bras...

sábado, 24 de março de 2018

PETROBRAS vence mais um desafio !

A perfuração do poço pioneiro 1-BRSA-1205-RNS (1-RNS-158), localizado em águas profundas da Bacia Potiguar, comprovou a descoberta de óleo médio de 24ºAPI.







Comparação com o petróleo do pré-sal !


descoberta de óleo médio de 24ºAPI (novo poço no RN)


PETRÓLEO DO PRÉ-SAL

CARACTERÍSTICAS e PROPRIEDADES FÍSICO-QUÍMICAS:

Nos meus onze anos de trabalho na PETROBRAS aprendi que:

Podemos caracterizar e classificar um poço de petróleo e suas frações de hidrocarbonetos pelos seguintes critérios principais:

1) Densidade ou grau API, do American Petroleum Institute:

Quanto maior o valor de °API, mais leve é o composto.

Assim, uma amostra de petróleo pode ser classificada segundo o grau de densidade API, como: ƒ

Petróleo Leve (de maior valor comercial):
acima de 30°API (< 0,72g/cm3 ); ƒ
EX: Campo de Tupi (pré-sal)

Petróleos Médios: entre 20 e 30°API; ƒ

Petróleos Pesados: abaixo de 20°API (> 0,90g/cm3 ).

2) teor de enxofre do cru:

Petróleos “Doces” (sweet): teor de enxofre < 0,5 % de sua massa; ƒ
ƒ
EX: Campo de Tupi (pré-sal)

Petróleos “Ácidos” (sour): teor de enxofre > 0,5 % em massa.

3) Outros critérios (propriedades físico-químicas)

Tipos de hidrocarbonetos

TAN (Índice de acidez total): expressa a quantidade de hidróxido de potássio (KOH), em miligramas, necessária para retirar a acidez de uma amostra de 1,0 g de óleo bruto. ƒ

Teor de sal: Podendo ser expresso em miligramas de NaCl por litro ƒ de óleo, indica a quantidade de sal dissolvido na água presente no óleo em forma de emulsão; ƒ

Ponto de fluidez: Indica a menor temperatura que permite que o óleo flua em determinadas condições de teste; ƒ

EXEMPLOS: O petróleo produzido no Brasil é composto por 23 correntes predominantes, do pesado Fazenda Belém (12,7ºAPI) ao leve Urucu (46,8ºAPI).


O petróleo do pré-sal (Campo de Tupi) possui propriedades que o  tornam semelhantes aos melhores petróleos leves do mundo (como o árabe leve e o petróleo BRENT).



sábado, 20 de agosto de 2016

PETROBRAS FOR SALE ! WHY ? Qual o interesse em vender a PETROBRAS ? Uma explicação técnica. De um químico !

PETROBRAS FOR SALE ! 

Qual o interesse em vender a PETROBRAS ? 

Uma explicação técnica. De um químico !


PETRÓLEO DO PRÉ-SAL: A maior medalha de Ouro do Brasil !

CARACTERÍSTICAS e PROPRIEDADES FÍSICO-QUÍMICAS:

Nos meus onze anos de trabalho na PETROBRAS aprendi que:

Podemos caracterizar e classificar um poço de petróleo e suas frações de hidrocarbonetos pelos seguintes critérios principais:

1) Densidade ou grau API, do American Petroleum Institute:

Quanto maior o valor de °API, mais leve é o composto.

Assim, uma amostra de petróleo pode ser classificada segundo o grau de densidade API, como: ƒ

Petróleo Leve (de maior valor comercial):
acima de 30°API (< 0,72g/cm3 ); ƒ
EX: Campo de Tupi (pré-sal)

Petróleos Médios: entre 20 e 30°API; ƒ

Petróleos Pesados: abaixo de 20°API (> 0,90g/cm3 ).

2) teor de enxofre do cru:

Petróleos “Doces” (sweet): teor de enxofre < 0,5 % de sua massa; ƒ
ƒ
EX: Campo de Tupi (pré-sal)

Petróleos “Ácidos” (sour): teor de enxofre > 0,5 % em massa.

3) Outros critérios (propriedades físico-químicas)

Tipos de hidrocarbonetos

TAN (Índice de acidez total): expressa a quantidade de hidróxido de potássio (KOH), em miligramas, necessária para retirar a acidez de uma amostra de 1,0 g de óleo bruto. ƒ

Teor de sal: Podendo ser expresso em miligramas de NaCl por litro ƒ de óleo, indica a quantidade de sal dissolvido na água presente no óleo em forma de emulsão; ƒ

Ponto de fluidez: Indica a menor temperatura que permite que o óleo flua em determinadas condições de teste; ƒ

EXEMPLOS: O petróleo produzido no Brasil é composto por 23 correntes predominantes, do pesado Fazenda Belém (12,7ºAPI) ao leve Urucu (46,8ºAPI).

O petróleo do pré-sal (Campo de Tupi) possui propriedades que o  tornam semelhantes aos melhores petróleos leves do mundo (como o árabe leve e o petróleo BRENT).

Tais propriedades despertam a cobiça internacional sobre este VERDADEIRO OURO NEGRO brasileiro !

Abaixo outra questão importante: 
As reservas de Petróleo !

 Veja comparação abaixo : PETROBRAS X SIX BROTHERS (SEIS IRMÃS)

RESERVAS DE PETRÓLEO DO BRASIL

Nome do poço
Reservas  (Bilhões de barris)
RESERVAS ATUAIS (SEM O PRÉ-SAL)
8 BILHÕES
LIBRA
15 BILHÕES
LULA
8 BILHÕES
CERNAMBI
8 BILHÕES
IARA
4 BILHÕES
GUARÁ
2 BILHÕES
TOTAL DA PETROBRAS
45 BILHÕES

RESERVAS DE PETRÓLEO DAS SEIS IRMÃS (MAIORES PETROLEIRAS)



Nome da Empresa
Reservas  (Bilhões de barris)
SHELL 
8 BILHÕES
TOTAL
5 BILHÕES
EXXON
13 BILHÕES
CHEVRON
6 BILHÕES
BRITISH PETROLEUM (BP)
10 BILHÕES
CONOCO PHILIPS
5 BILHÕES
TOTAL DAS SEIS EMPRESA
47  BILHÕES

COMENTÁRIO DO PROF OCTAVIO GOUVEIA:


   - Percebam que estamos comparando a PETROBRAS (uma única empresa com reservas de 45 BILHÔES de barris, com seis empresas que juntas totalizam 47 BILHÔES de barris). 

   - Baseando-se nestes números , a PETROBRAS e o Brasil desempenharão um papel cada vez mais importante no mercado global de energia. Pode-se prever que será o terceiro país mais importante em termos de crescimento de oferta até 2035, atrás apenas da Arábia Saudita e do Iraque”, países com as maiores reservas atuais.

   - Somente este motivo explicaria os motivos de tanta fúria e tentativa da mídia brasileira (ou melhor estrangeira disfarçada de verde e amarelo) de desvalorizar e difamar a nossa PETROBRAS !


   - Escrevi NOSSA ! Até quando ?
  

sábado, 19 de março de 2016

Geopolítica do Petróleo

A arma geopolítico do petróleo

11.01.2015
A arma geopolítico do petróleo. 21428.jpeg
A ARMA GEOPOLÍTICA DO PETRÓLEO
A arte da guerra
Agora que o desmoronar do preço do petróleo está enforcando a Rússia, que já se encontrava em crise por causa das sanções USA/UE, tem-se ainda a limitação de suas exportações energéticas, assim como o fato dos Estados Unidos estarem a caminho de tranformar-se no maior produtor mundial do crú, tomando o lugar da Arábia Saudita, o que os fará não sómente autosuficientes, mas em condições de fornecer petróleo e gás em abundância, e com bom preço, para a União Europeia. Essa é a narrativa difundida pela mídia. Vamos tentar agora uma versão mais realista, partindo da pergunta : porque o preço do petróleo está a cair?
Por Manlio Dinucci
Tradução Anna Malm* - Correspondente de Pátria Latina na Europa
A caída de preço deve-se não sómente a fatores econômicos, como a diminuição da procura mundial, mas também a fatores geopolíticos. Em primeiro lugar a decisão da Arábia Saudita, que é o maior país exportador de petróleo antes da Rússia, de manter uma alta produção. Sabe-se que se a oferta aumenta, o preço do crú cai. Qual seria o interesse da Arábia Saudita em efetuar uma tal manobra arriscando os seus próprios dividendos petrolíferos? O seu interesse é o de chacoalhar os outros países exportadores do petróleo, principalmente então a Rússia, o Irã e a Venezuela.
Riad pode se permitir uma tal manobra porque os seus custos de extração do crú saudita estão entre os mais baixos do mundo, 5-6 dólares por barril, de quando o extrair de um barril de petróleo no Mar do Norte, por exemplo, custa mais do que 26 dólares. A ideia de que a manobra de Riad seja dirigida contra os Estados Unidos, onde se começou o boom do petróleo do xisto betuminoso, não tem fundamentos. De um lado porque os Estados Unidos continuam a importar o petróleo saudita, o qual tem suas qualidades adaptadas as rafinaderias dos Estados Unidos, e do outro porque o petróleo de xisto betuminoso irá substituir aquele que era importado da Nigéria, Angola e Algéria. Isso também é assim porque a manobra com o petróleo foi estabelecida num acordo entre Washington e Riad, baseando-se numa estratégia onde o principal objetivo era o de enfraquecer e isolar a Rússia.

É dentro desse contexto que se insere o boom do petróleo e gás extraido nos Estados Unidos dos xistos betuminosos através da técnica de fraturação hidráulica, quer dizer, da perfuração de rochas nos estratos profundos da terra, por água sobre pressão, água pressurizada essa que contém então substâncias químicas. Ess é um técnica muito cara : De acordo com a Agência Internacional de Energia, a extração do petróleo de xisto custa 50-100 dólares por barril, o que se pode pôr em relação aos 10 dólares por barril do petróleo do Oriente Médio. De acordo com os peritos a extração do gás de xisto seria interessante economicamente se o preço internacional do petróleo se mantivesse acima de 70 dólares por barril. Desde junho, ao contrário, o preço caiu de 40%, indo a cerca de 60 dólares e poderá cair ainda mais.
Como é então possível que esse boom prossiga? Isso se deve ao fato dos Estados Unidos consagrarem bilhões de dólares para incitar esse sector, no qual se empenham geralmente pequenas companhias petrolíferas. É importante notar que as maiores companhias se mantém por fora disso, o que pode ser explicado com o facto de que os depósitos explorados com a técnica da fraturação esgotam-se muito mais depressa do que os convencionais. Depois deve também ser considerado que essa técnica provoca um grande e muito grave desgaste ambiental, onde os custos recaem sobre as coletividades locais. Muitas dessas se opõem, mesmo que seja com magros resultados, ao uso de seus territórios para a extração do gás e petróleo de xisto.
O boom petroleiro dos Estados Unidos é portanto dirigido por objetivos geopolíticos de Washington : de um lado para chacoalhar a Rússia e outros países, e do outro para fazer com que os aliados europeus substituam o fornecimento energético russo pelo dos provenientes dos USA. Na verdade os Estados Unidos, o maior importador mundial do crú, não poderá fornecer a Europa o petróleo e o gás natural nas quantidades necessárias para ela, e nos preços russos. Tudo aqui é um veritável blefe de guerra do "pôquer americano".
Manlio Dinucci, "Geopolitica del petrolio". Edição de terça, 6 de janeiro de 2015 de il manifesto -http://ilmanifesto.info/larma-geopolitica-del-petrolio/
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SUCESSO DA PETROBRAS

Com o aprofundamento da industrialização de base no Governo Vargas e a mudança de olhar do Estado para a soberania, surgia há mais de seis décadas a Petrobras. Fruto do descobrimento dos primeiros poços de petróleo na Bahia, a campanha “O Petróleo é Nosso” já varria o país sob o coro de milhões de nacionalistas, como a saudosa Maria Augusta Tibiriçá Miranda.


A estatal brasileira se tornou pilar fundamental no desenvolvimento de nossa economia, nas tecnologias de exploração em camadas profundas, produção, refino, comercialização e transporte de petróleo e gás natural, petroquímica, distribuição de derivados, energia elétrica e outras fontes energéticas.
Sua produção é motivo de orgulho. Só no início deste ano, a Petrobras obteve lucro operacional de R$ 22,8 bilhões, 39% superior ao do 1º semestre do ano passado, tendo fechado o primeiro trimestre com R$ 68,2 bilhões em caixa. Também no 1º semestre, a produção total da Petrobras atingiu média diária de 2,784 milhões barris de óleo, representando um crescimento de 9% em relação ao mesmo período do ano passado. Com o Pré-Sal, o desempenho foi grandioso e refletiu, em junho, um recorde de produção mensal de petróleo: 747 mil barris por dia.
Ainda este ano, a estatal ganhou a mais importante premiação internacional destinada ao setor petroleiro, o OTC Distinguished Achievement Award for Companies, Organizations and Institutions.
Não é pouco, como se vê.
Nem de longe lembra o cenário de caos e catástrofe gerencial desenhado pelos partidos de oposição, resultado de um “terceiro turno eleitoral” postergado para aviltar a governabilidade da presidenta Dilma Rousseff. Como se sabe, o projeto ideológico da Direita é a venda do patrimônio brasileiro às empresas internacionais, dando de mãos beijadas a outros países da América do Norte e Europa esse “arsenal” estratégico para o desenvolvimento do país e a competição nos mercados internacionais.
O DNA privatista do PSDB e aliados já resulta na tramitação de projetos de lei no Congresso Nacional que visam a mudança do regime de partilha do Pré-Sal, retirando da Petrobras a posse de 30% das jazidas e, também, da posição privilegiada de operadora única dos campos de petróleo. Tanto na Câmara, quanto no Senado, esses parlamentares tentam afrontar todas as conquistas do povo brasileiro quanto à soberania nacional na questão energética e geração de tecnologias.
É por conta disso que, no próximo dia 03, aniversário da Petrobras, a Frente Brasil Popular ocupará corajosamente as ruas de diversas capitais brasileiras para defender o patrimônio brasileiro. Movimentos sociais, federações trabalhistas, sindicatos e partidos políticos erguerão bandeiras em defesa da estatal e contra a modificação do regime de participação da empresa nos campos de Pré-Sal.
Uma das maiores empresas do mundo em seu setor, um patrimônio do Brasil e dos brasileiros, não pode ser desmantelada a serviço dos interesses internacionais. Essa disputa requer atenção política e civil constante, dentro do Parlamento e fora dele. Os ataques à estatal devem ser barrados por todos que sabem de seu potencial produtivo e seu papel no desenvolvimento de nosso país. Vamos às ruas!


terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Queda nos preços do barril do petróleo e a queda nas cotações das ações da PETROBRAS ! Quem determina os preços do petróleo Brent ?

REFLEXÕES para o prezado leitor praticar em silêncio ! Livre das vozes da grande imprensa brasileira (perdão, estrangeira falando português) ! 

A PETROBRAS NÃO É EXPORTADORA DE PETRÓLEO CRU ! 

PQ  (WHY) A BAIXA NOS PREÇOS DO PETRÓLEO AFETARIAM O SEU CAIXA ?  

UAI ?   UAI ?   UAI ?  QUAL O MOTIVO ? QUEM ESTA MENTINDO ?

WHO LIES IN THIS CASE ?


Comentário do Prof. Octavio Gouveia

   A palavra "Brent" quando colocada no google tradutor não se traduz em português.
Trata-se de uma classificação ou uma categoria de petróleo.

Esta classificação BRENT se subdivide nos seguintes tipos:

Brent Crude, Brent doce leve, Oseberg e Forties. 

   O petróleo tipo Brent Crude oil é originário do Mar do Norte. Este nome 'Brent' foi criado pela empresa anglo-holandesa Royal-Dutsch Shell, que optou pela estratégia de marketing de batizar seus campos de produção de petróleo com nomes de aves.

   No mar do norte o ganso de Brent, serviu para batizar o referido tipo de petróleo que os especialistas em ações de Wall Street usam até hoje !


   Importa destacar que o campo de Brent, como outros grandes do Mar do Norte estão já em decadência (extinção de reservas). E daí ? como consequência disto, na prática Wall Street aplica um padrão (referencial) em vias de esgotamento.
   Faz isto visando controlar o preço de quantidades gigantescas de petróleo. (controlando com auxílio da mídia preços em países emergentes). Leia-se Brasil ! Leia-se PETROBRAS ! Leia-se PRÉ-SAL !
  Bancos como Goldman Sachs, Morgan Stanley, JP MorganChase e Citibank são os controladores / especuladores do preço do PETRÒLEO BRENT !
   Claro que preservando seus interesses nacionais ! Ou seja, os interesses da empresas de petróleo que não tem petróleo !

   Veja comparação abaixo :

RESERVAS DE PETRÓLEO DO BRASIL
Nome do poço
Reservas  (Bilhões de barris)
RESERVAS ATUAIS (SEM O PRÉ-SAL)
8 BILHÕES
LIBRA
15 BILHÕES
LULA
8 BILHÕES
CERNAMBI
8 BILHÕES
IARA
4 BILHÕES
GUARÁ
2 BILHÕES
TOTAL DA PETROBRAS
45 BILHÕES

RESERVAS DE PETRÓLEO DAS SEIS IRMÃS (MAIORES PETROLEIRAS)

Nome da Empresa
Reservas  (Bilhões de barris)
SHELL 
8 BILHÕES
TOTAL
5 BILHÕES
EXXON
13 BILHÕES
CHEVRON
6 BILHÕES
BRITISH PETROLEUM (BP)
10 BILHÕES
CONOCO PHILIPS
5 BILHÕES
TOTAL DAS SEIS EMPRESA
47  BILHÕES




   - Percebam que estamos comparando a PETROBRAS (uma única empresa com reservas de 45 BILHÔES de barris, com seis empresas que juntas totalizam 47 BILHÔES de barris). 

   - Baseando-se nestes números , a PETROBRAS e o Brasil desempenharão um papel cada vez mais importante no mercado global de energia. Pode-se prever que será o terceiro país mais importante em termos de crescimento de oferta até 2035, atrás apenas da Arábia Saudita e do Iraque”, países com as maiores reservas atuais.

   - Somente este motivo explicaria os motivos de tanta fúria e tentativa da mídia brasileira (ou melhor estrangeira disfarçada de verde e amarelo) de desvalorizar e difamar a nossa PETROBRAS !


   - Escrevi NOSSA ! Até quando ?
  

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

ENERGIA, MEIO-AMBIENTE e DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL ( QUESTÕES GLOBAIS )

Aos meus prezados alunos da Escola Municipal GERMANO


VALENTE ( COMAC ) em Petrópolis !


Comentário do Prof. Octavio Gouveia


Todo País desenvolvido consome muita energia ! São miseráveis, pobres e sem chances os países que vendem sua energia e seus recursos minerais e energéticos.
No entanto para ser desenvolvido não basta a um País ser grande consumidor de energia. Para tal, se precisa de pessoas capacitadas a trabalhar com novas tecnologias. Nome mais simples disso: EDUCAÇÃO ! 
Por esta razão fica aqui um pedido deste professor aos seus alunos da Escola Germano Valente:
Estudem e acreditem em vocês e no Brasil. O futuro esta aqui ! Neste País ! e com vocês ! O Brasil depende de vocês ! Vocês são os caras ! Acreditem ! Tenham fé ! E trabalhem e ESTUDEM !

https://i0.wp.com/blog.kievukraine.info/uploaded_images/3151-707107.jpg

foto acima: Este gasoduto sai da Rússia passa pela Ucrânia e sustenta a riqueza de vários países da Europa. Riqueza é sinônimo de duas palavras: CONSUMO de ENERGIA !

Pergunta para meus alunos: No caso acima quem são os RICOS ?


EFEITO ESTUFA: CAUSAS e CONSEQUÊNCIAS 

http://www.brasilescola.com/geografia/efeito-estufa.htm

Do total de raios solares que atingem o planeta, quase 50% ficam retidos na atmosfera; o restante, que alcança a superfície terrestre, aquece e irradia calor. Esse processo é chamado de efeito estufa.
Apesar de o efeito estufa ser figurado como algo ruim, é um evento natural que favorece a proliferação da vida no planeta Terra. O efeito estufa tem como finalidade impedir que a Terra esfrie demais, pois se a Terra tivesse a temperatura muito baixa, certamente não teríamos tantas variedades de vida. Contudo, recentemente, estudos realizados por pesquisadores e cientistas, principalmente no século XX, têm indicado que as ações antrópicas (ações do homem) têm agravado esse processo por meio de emissão de gases na atmosfera, especialmente o CO2.
O dióxido de carbono (CO2) é produzido a partir da queima de combustíveis fósseis usados em veículos automotores movidos à gasolina e óleo diesel e nas indústrias que usam carvão e gás natural. Os países industrializados e ricos são os que mais emitiram e ainda emitem muito CO2 (gás carbônico).
Com o intenso crescimento da emissão de gases e também de poeira que vão para a atmosfera, certamente a temperatura do ar terá um aumento de aproximadamente 2ºC em médio prazo. Caso não haja um retrocesso na emissão de gases, esse fenômeno ocasionará uma infinidade de modificações no espaço natural e, automaticamente, na vida do homem. Dentre muitas, as principais são:
• Mudanças climáticas drásticas, onde lugares de temperaturas extremamente frias sofrem elevações e áreas úmidas enfrentam períodos de estiagem. Além disso, o fenômeno pode levar áreas cultiváveis e férteis a entrar em um processo de desertificação.
• Aumento significativo na incidência de grandes tempestades, furacões ou tufões e tornados.
• Perda de espécies da fauna e flora em distintos domínios naturais do planeta.
• Contribuir para o derretimento das calotas de gelo localizadas nos polos e, consequentemente, provocar uma elevação global nos níveis dos oceanos.
O tema "efeito estufa" é bem difundido nos mais variados meios de comunicação do mundo, além de revistas científicas e livros, no entanto a explicação é razoavelmente simples. Em razão de os gases se acumularem na atmosfera, a irradiação de calor da superfície fica retida na atmosfera e o calor não é lançado para o espaço; dessa forma, essa retenção provoca o efeito estufa artificial. Abaixo um esboço de como ocorre o efeito estufa natural e artificial ou provocado pelo homem.

Efeito estufa natural favorável à vida na Terra.
Eduardo de Freitas
Graduado de Geografia
PERGUNTA DO PROFESSOR OCTAVIO GOUVEIA:
Quais foram os países que ao longo da história
mais ajudaram  a AGRAVAR o efeito estufa ?



ENERGIAS ALTERNATIVAS

Projeto “Alto Uruguai” encerra primeira fase

Fonte: Redação/ Agências
 Conjugando preservação dos rios, educação ambiental e, em breve, geração de energia a partir de biodigestores que tratam dejetos de suínos, o projeto Alto Uruguai chega ao término de sua primeira fase nesta sexta-feira, dia 28, em evento que será realizado no Clube Recreativo Chapecoense, em Chapecó, no Oeste de Santa Catarina.
Até aqui, já foram instalados 35 biodigestores em 25 cidades. Dez deles apenas no Vale Santa Fé, no município de Itapiranga (SC) – fronteiriço à Argentina e ao Rio Grande do Sul –, devido à alta concentração do rebanho suíno e a presença de uma micro-bacia do rio Uruguai. Itapiranga também receberá uma mini-usina que vai transformar o gás metano (CH4) em energia elétrica, que será aproveitada pelos próprios produtores rurais. O projeto, cujo edital está sendo elaborado, será feito pela Eletrobras Eletrosul, que tentará na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) uma permissão especial para enviar o excedente de energia para o sistema interligado.

https://geopoliticadopetroleo.wordpress.com/tag/biocombustiveis/

Um sistema interligado hidroeólico para o Brasil


Joaquim F. de Carvalho   &    Ildo L. Sauer

O Brasil dispõe de potenciais hidrelétrico e eólico que lhe abrem a possibilidade de produzir, de forma renovável e sustentável, toda a energia elétrica que consome – e consumirá, quando a população estiver estabilizada em 215 milhões de habitantes, o que, segundo o IBGE, deverá acontecer por volta de 2050.
A interligação dos parques eólicos com a rede hidrelétrica, visando a estruturar um sistema hidroeólico, contribuirá para suavizar a intermitência dos ventos, pois isso permite que se firme a energia eólica mediante a sua “acumulação”, por assim dizer, nos reservatórios hidrelétricos, nas épocas de ventos abundantes, para ser usada nas temporadas secas. A interligação dos parques eólicos entre si também contribui para contornar o problema da intermitência dos ventos, por meio do chamado “efeito portfólio”, pelo qual, à semelhança de uma carteira de ações na bolsa de valores, a produção conjunta de todos os parques varia menos do que as produções individuais de cada um.
Graças ao seu imenso potencial hidrelétrico – e à possibilidade, ainda existente, de se implantarem grandes reservatórios de acumulação – o Brasil tem uma extraordinária vantagem comparativa em relação à maioria dos países europeus e asiáticos, que são obrigados a apelar para as onerosas e poluentes usinas termelétricas convencionais ou para as antieconômicas centrais nucleares que, ademais, expõem as populações a inaceitáveis riscos de acidentes catastróficos.
Parque Eólico em Osorio (RS) - EDP Renovaveis do Brasil
Naturalmente – além de se orientar por critérios técnico-econômicos e ambientais – a implantação de parques eólicos e, principalmente, de novos reservatórios hidrelétricos deve respeitar o direito das populações regionais, particularmente as ribeirinhas, mediante a execução de programas de reassentamento, planejados em cooperação com as lideranças locais.
Entretanto, determinados segmentos da sociedade têm a percepção de que a geração hidrelétrica é invariavelmente deletéria, por causar a “artificialização das bacias hidrográficas”. Devido a essa percepção equivocada, o Brasil corre o risco de ser obrigado a imitar países que, não dispondo de vantagens como as brasileiras, têm que apelar para usinas termelétricas convencionais ou nucleares.
Na verdade, os reservatórios hidrelétricos podem ser aproveitados para múltiplas finalidades, tais como regularização de vazões, transporte fluvial, irrigação de grandes áreas visando à produção agrícola, pesca interior, turismo ecológico, etc. Todos esses usos requerem a preservação das matas ciliares e são ambientalmente benéficos, ao contrário do que supõem os adversários emocionais dos reservatórios hidrelétricos.
Usina Hidrelétrica de Itaipu - Itaipu Binacional
Um notável exemplo de uso  múltiplo de bacia hidrográfica é o da usina hidrelétrica de Três Marias, originalmente projetada apenas como reservatório de regularização, para irrigar 100 mil hectares do Projeto Jaíba, em Minas Gerais. Esse reservatório (que cobre uma área maior do que o dobro da Baia da Guanabara) é responsável pelo desenvolvimento da outrora paupérrima região nordeste de Minas. A geração hidrelétrica foi apenas uma decorrência de sua construção. Outro exemplo é o da hidrelétrica de Sobradinho, que permitiu o desenvolvimento do maior polo de fruticultura irrigada do Brasil.
Ainda outros exemplos são algumas hidrelétricas da Light e da Cesp, cujos reservatórios regularizam a vazão da bacia do rio Paraíba do Sul e permitem a captação de água para a região metropolitana do Rio de Janeiro e algumas cidades do trecho paulista daquela bacia.
Um sistema hidroeólico estruturado nas condições brasileiras seria inteiramente sustentável e teria capacidade para cobrir indefinidamente a demanda brasileira por energia elétrica. As usinas térmicas a gás natural já existentes, com suprimento flexível de combustível, seriam acionadas apenas em períodos críticos, servindo como seguro para otimizar a operação do sistema.
Quanto à verdadeira magnitude do potencial eólico brasileiro, cabe assinalar que, em 2001, o Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel) realizou um inventário, estimando-o em 143 GW. Estudos mais recentes, promovidos pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), apontam para um potencial superior a 280 GW. As perspectivas de se inventariar  um potencial ainda maior são muito auspiciosas, com a realização de uma rigorosa campanha de medições em todas as regiões promissoras do país – e com os ganhos de escala e aprendizado, resultantes do desenvolvimento tecnológico e da nacionalização da cadeia produtiva eólica.
Por fim, no tocante aos custos da energia elétrica, lembremos que estes se compõem de uma parte fixa, correspondente  à amortização do capital investido – e de uma parte administrável, composta pelas despesas necessárias ao funcionamento da usina geradora.
A parte fixa abrange as despesas incorridas na implantação da usina (projetos, equipamentos, construção, montagem e testes), e a parte administrável compreende as despesas de operação e manutenção, seguros, encargos trabalhistas, etc. No caso de usinas nucleares, há também os custos do combustível, do descomissionamento ao fim da vida útil e da administração dos rejeitos radiativos.
Os custos finais devem ser calculados e estabelecidos por meio de negociações entre o poder concedente e o investidor, nas quais entram critérios subjetivos tais como ”atratividade” para o investidor e “razoabilidade” para os consumidores; daí o imperativo ético de que o processo seja absolutamente transparente. Assim, no Brasil, o custo da energia hidrelétrica fica em cerca de R$ 80/MWh, o da eólica em R$ 100/MWh e o da nuclear em R$ 200/MWh.
* Joaquim Francisco de Carvalho é pesquisador visitante da Coppe/UFRJ e do IEE/USP. Ildo Luis Sauer é professor titular de Energia do IEE/USP.

Ar-condicionado solar não consome eletricidade


Mônica Pileggi

 Arquitetura bioclimática: Ar-condicionado solar
O ar-condicionado natural se baseia no chamado "efeito chaminé": no interior da estrutura, o ar aquecido se torna mais leve e tende a subir, aspirando o ar dos ambientes e substituindo-o pelo ar exterior. (Imagem: Ag.Fapesp)
Morar em um país como o Brasil, onde cada região possui um clima diferente, pode ser bom para uns e ruim para outros.
Um estudo realizado na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), sobre chaminés solares, no entanto, pode ajudar a refrescar quem vive em áreas mais quentes.
Chaminé solar
A chaminé solar desenvolvida pelo professor Maurício Roriz e seus orientandos Fernando Sá Cavalcante e Letícia de Oliveira Neves, adota o mesmo princípio de um aquecedor solar de água e pode ser instalada para estimular a ventilação natural em residências ou escritórios.
“A chaminé funciona como um coletor solar: os raios solares atravessam um vidro e aquecem uma placa metálica preta, situada abaixo dele. Aquecida, a placa emite calor, mas em frequência diferente da que vem do sol e para a qual o vidro é opaco. Assim, o calor entra, mas não consegue sair”, explica Roriz.
Nos coletores solares convencionais a água se aquece ao circular em tubos que passam sob a placa quente. “Na chaminé solar, em vez de água passa o ar”, disse.
Esse ar-condicionado natural se baseia no chamado “efeito chaminé”: no interior da estrutura, o ar aquecido se torna mais leve e tende a subir, aspirando o ar dos ambientes e substituindo-o pelo ar exterior, mais puro e geralmente mais confortável, particularmente nos climas típicos do Brasil.
“Trata-se, portanto, de um processo de ventilação provocado por diferenças de temperatura e de pressão, sendo muito eficiente para promover o conforto térmico nas horas quentes, mesmo em áreas urbanas densamente ocupadas, onde os obstáculos impedem o aproveitamento da ação direta do vento”, comentou Roriz.


UMA NOVA POTÊNCIA MUNDIAL !

O desafio energético chinês

Em Dezembro de 2012, a China tomou o lugar dos Estados Unidos como o maior importador de Petróleo do mundo. Nesse mês, de acordo com dados preliminares da US Energy Information Administration, a China importou o correspondente a 6,12 b/d enquanto os Estados Unidos importaram 5,98 b/d. Os americanos lideravam o ranking dos importadores desde meados dos anos 1970 e, apesar dos dados se referirem apenas ao mês Dezembro e no consolidado do ano os EUA seguirem liderando, analistas acreditam que essa ultrapassagem mensal sinaliza claramente a tendência de longo prazo de supremacia chinesa nas importações mundiais de petróleo.
China
Embora a China seja o maior produtor de carvão do mundo, a forte expansão do consumo e os preços domésticos desfavoráveis fizeram com que a importação de carvão começasse a crescer a partir de 2002; de tal forma que em 2009 o país já era um importador líquido e em 2010 ocupava o segundo lugar no ranking mundial de importações carboníferas, perdendo apenas para o Japão.
Mesmo no caso do gás natural, a China se tornou um importador dessa fonte de energia pela primeira vez em 2007. Desde então a participação da importação líquida cresceu fortemente, saltando de 2% do consumo nesse ano para 22% em 2011.
Assim, a China, que em 1971 apresentava uma importação líquida negativa, correspondente a (-) 0,5% da sua demanda total de energia, em 2010 importava 14 % da energia que consumia e era responsável por 8% das importações mundiais de energia.
Dessa maneira, o vigoroso crescimento econômico chinês, que levou o país a ultrapassar o Japão e ocupar a posição de segunda maior economia do mundo, foi acompanhado de um forte aumento no consumo de energia, que levou o país a superar os Estados Unidos e, desde 2009, ocupar a posição de maior consumidor de energia do mundo. Mais do que isso, esse boom econômico e essa explosão do consumo de energia foram acompanhados por um acentuado aumento da dependência energética.
PetroChina
Aumento esse que colocou a segurança energética como uma questão essencial para o Estado chinês, gerando consequências que transcendem a política energética e alcançam a grande estratégia geopolítica chinesa.
Dada a extensão do controle do Estado chinês sobre a economia, a gestão dos recursos energéticos é crucial e requer que o governo desempenhe um papel muito mais intrusivo e proativo que no caso das outras grandes economias. Isto implica que a formulação das questões relacionadas à segurança energética na China se pleiteia de forma mais ampla e complexa no que diz respeito aos planos e ações do Estado.
Nesse sentido, é claro para Pequim que a segurança energética é fundamental para a segurança econômica e essa, por sua vez, é essencial para a segurança nacional.
Desde 1949, a China apostou em um desenvolvimento independente que se refletiu em uma estratégia autárquica de abastecimento energético, fundada na autossuficiência, na utilização dos seus próprios recursos para atender à sua demanda de energia.
Foto: China Daily www.chinadaily.com.cn
Foto: China Daily http://www.chinadaily.com.cn
Assim, explorar e controlar esses recursos fazia parte da própria noção chinesa de soberania.
Essa ênfase na autossuficiência se coaduna com uma concepção de política externa cuja visão do sistema internacional está intimamente ligada a percepção da ameaça externa como sendo fundamental para a construção da identidade do Estado e para a legitimação do regime.
O crescimento da dependência energética representa uma inflexão nessa estratégia, na medida em que ele requer uma integração mais profunda com os mercados financeiros e de energia; ao mesmo tempo em que levanta questões geopolíticas profundas em relação ao papel da China na região.
É evidente que esse conjunto de questões afeta obrigatoriamente a própria concepção da política externa e, em consequência, a própria forma de inserção da china no sistema internacional.
Assim, a maior dependência energética muda não só a política energética chinesa, mas sua política externa. Política externa essa vista como chave para a sua segurança nacional que, nesse caso, significa a manutenção do suprimento energético vital para a sua expansão econômica.
A busca por maior segurança energética está mudando a política energética chinesa e terá impactos significativos no âmbito global.
Uma China ávida por energia e disposta a ir buscá-la onde ela estiver passa a ser um ator chave na evolução da trama energética mundial. Trama essa que provavelmente ultrapassará em muito não só as fronteiras chinesas, mas, acima de tudo, as próprias fronteiras da energia.

Fonte: http://infopetro.wordpress.com/2013/04/22/o-desafio-energetico-chines/


UMA OUTRA NOVA POTÊNCIA !



ESTA FALA A SUA LÍNGUA E PRECISA 


DO SEU TRABALHO E DO SEU ESTUDO !



Geopolítica do Petróleo: Inglaterra e países ricos manifestam interesse no petróleo brasileiro

23 de junho de 2011
16 Votes
Monitor Mercantil
22/06/2011 – 19:06
NOVA GEOPOLÍTICA NA ÁREA DE PETRÓLEO
 
Consumo de derivados aumenta mais rapidamente na China, Índia, Brasil e África
Governo britânico de olho no petróleo da Petrobras
As oportunidades de negócios e parcerias no setor energético brasileiro foram tema de debate, nesta quarta, entre membros do governo britânico, incluindo o vice-primeiro-ministro Nick Clegg e o ministro adjunto de Comércio e Investimento, Lord Stephen Green, e executivos da Petrobras, como o presidente da estatal, José Sergio Gabrielli.
Segundo o ministro adjunto, o Brasil está ocupando um espaço cada vez mais importante no cenário econômico internacional e, por isso, é necessário um novo impulso nas relações comerciais entre os dois países. Clegg tem a mesma opinião, e afirma que estreitar as relações com o país, que já foi muito próximo do Reino Unido no século XIX, “é um compromisso do governo britânico”.
Nova geopolítica

Ainda de acordo com o vice-primeiro-ministro, os planos de investimento da Petrobras e do país devem inaugurar “uma nova geopolítica na área de petróleo”.
Na opinião de Gabrielli, é natural uma mudança de eixo da geopolítica do petróleo, já que o consumo de derivados aumenta mais rapidamente na China, Índia, Brasil e África, onde há “crescimento econômico com inclusão social” e, com isso, “os fluxos” de exportações e importações entre esses países vão aumentar muito no futuro.
Além do setor de energia, há oportunidades nos segmentos de eletrônica, consultoria em engenharia, contabilidade e serviços financeiros, entre outros. “Há uma gama de áreas em que creio haver espaço para cooperação entre o Brasil e a Grã-Bretanha”, disse Clegg.

Pré-sal e energia
Sobre as oportunidades na exploração do petróleo da camada pré-sal, o vice-primeiro-ministro disse que o Reino Unido pode contribuir para a capacitação profissional e o desenvolvimento tecnológico no setor de petróleo.
Já o presidente da Petrobras mostrou as oportunidades e desafios no mercado de energia brasileiro e destacou que a estatal tem o maior programa de investimentos do mundo, já que a empresa prevê investir US$ 224 bilhões até 2014 – grandiosidade que deixou Clegg surpreso.
Segundo Gabrielli, as novas descobertas de petróleo do Brasil vão transformar o país no maior mercado para equipamentos e serviços de exploração em águas profundas.
Desafios
No entanto, disse que “há desafios, como o desenvolvimento de tecnologias para explorar a nova fronteira, problemas de logística devido à distância dos campos de petróleo em relação à costa, o treinamento de pessoal e a necessidade de aproximação entre os centros de pesquisa e as empresas fornecedoras de equipamentos e serviços”.
A Petrobras prevê capacitar, até 2014, 290 mil pessoas para trabalhar na cadeia produtiva de petróleo. Segundo Clegg, esse número de profissionais é maior do que o plano de capacitação que Reino Unido possui, que prevê capacitar 250 mil jovens em todo o país.
“Já treinamos 78.400 profissionais. Precisamos treinar 212 mil pessoas”, informou Gabrielli.
Exportações
Já no caso da expansão da oferta de petróleo cru, afirma, o Brasil será o principal responsável pela produção adicional de óleo graças às descobertas do pré-sal.
O ministro-adjunto, por sua vez, vê incremento nas exportações britânicas nas áreas de serviços financeiros, energia, consultorias e engenharia. A meta do governo britânico é dobrar as exportações para o Brasil até 2015, atingindo 4 bilhões de libras (R$ 10,8 bilhões) naquele ano.
http://www.monitormercantil.com.br/mostranoticia.php?id=96679

Manifesto apartidário EM DEFESA da PETROBRAS !

Intelectuais e Professores denunciam golpe
contra a PETROBRAS em manifesto !
Nomes de peso assinam o documento como Konder Comparato e Marilena Chauí

Documento assinado por nomes de peso do país, como Fabio Konder Comparato, Marilena Chauí, Cândido Mendes, Celso Amorim, João Pedro Stédile, Leonardo Boff, Luiz Pinguelli Rosa e Maria da Conceição Tavares, alerta para a tentativa de destruição da Petrobras e de seus fornecedores. Eles propõem um pacto pela democracia, e denunciam a intenção de mudança do modelo que rege a exploração de petróleo no Brasil.
"Com efeito, há uma campanha para esvaziar a Petrobras, a única das grandes empresas de petróleo a ter reservas e produção continuamente aumentadas", diz o texto. "Debilitada a Petrobras, âncora do nosso desenvolvimento científico, tecnológico e industrial, serão dizimadas empresas aqui instaladas, responsáveis por mais de 500.000 empregos qualificados, remetendo-nos uma vez mais a uma condição subalterna e colonial." 
Confira o manifesto, na íntegra:
O QUE ESTÁ EM JOGO AGORA
A chamada Operação Lava Jato, a partir da apuração de malfeitos na Petrobras, desencadeou um processo político que coloca em risco conquistas da nossa soberania e a própria democracia.
Com efeito, há uma campanha para esvaziar a Petrobras, a única das grandes empresas de petróleo a ter reservas e produção continuamente aumentadas. Além disso, vem a proposta de entregar o pré-sal às empresas estrangeiras, restabelecendo o regime de concessão, alterado pelo atual regime de partilha, que dá à Petrobras o monopólio do conhecimento da exploração e produção de petróleo em águas ultraprofundas. Essa situação tem lhe valido a conquista dos principais prêmios em congressos internacionais.
Está à vista de todos a voracidade com que interesses geopolíticos dominantes buscam o controle do petróleo no mundo, inclusive através de intervenções militares. Entre nós, esses interesses parecem encontrar eco em uma certa mídia a eles subserviente e em parlamentares com eles alinhados. 
Debilitada a Petrobras, âncora do nosso desenvolvimento científico, tecnológico e industrial, serão dizimadas empresas aqui instaladas, responsáveis por mais de 500.000 empregos qualificados, remetendo-nos uma vez mais a uma condição subalterna e colonial.
Por outro lado, esses mesmos setores estimulam o desgaste do Governo legitimamente eleito, com vista a abreviar o seu mandato. Para tanto, não hesitam em atropelar o Estado de Direito democrático, ao usarem, com estardalhaço, informações parciais e preliminares do Judiciário, da Polícia Federal, do Ministério Público e da própria mídia, na busca de uma comoção nacional que lhes permita alcançar seus objetivos, antinacionais e antidemocráticos.
O Brasil viveu, em 1964, uma experiência da mesma natureza. Custou-nos um longo período de trevas e de arbítrio. Trata-se agora de evitar sua repetição. Conclamamos as forças vivas da Nação a cerrarem fileiras, em uma ampla aliança nacional, acima de interesses partidários ou ideológicos, em torno da democracia e da Petrobras, o nosso principal símbolo de soberania.
20 de fevereiro de 2015
Alberto Passos Guimarães Filho
Aldo Arantes
Ana Maria Costa
Ana Tereza Pereira
Cândido Mendes
Carlos Medeiros
Carlos Moura
Claudius Ceccon
Celso Amorim
Celso Pinto de Melo
D. Demetrio Valentini
Emir Sader
Ennio Candotti
Fabio Konder Comparato
Franklin Martins
Jether Ramalho
José Noronha
Ivone Gebara
João Pedro Stédile
José Jofilly
José Luiz Fiori
José Paulo Sepúlveda Pertence
Ladislau Dowbor
Leonardo Boff
Ligia Bahia
Lucia Ribeiro
Luiz Alberto Gomez de Souza
Luiz Pinguelli Rosa
Magali do Nascimento Cunha
Marcelo Timotheo da Costa
Marco Antonio Raupp
Maria Clara Bingemer
Maria da Conceição Tavares
Maria Helena Arrochelas
Maria José Sousa dos Santos
Marilena Chauí
Marilene Correa
Octavio dos Santos Gouveia Filho
Otavio Alves Velho
Paulo José
Reinaldo Guimarães
Ricardo Bielschowsky
Roberto Amaral
Samuel Pinheiro Guimarães
Sergio Mascarenhas
Sergio Rezende
Silvio Tendler
Sonia Fleury
Waldir Pires
COMENTÁRIO DO PROF. OCTAVIO GOUVEIA:
 Caso voce se inclua no perfil acima, acrescente seu nome nesta lista, ou 
simplesmente divulgue verdades sobre a PETROBRAS e ajude a denunciar
mentiras mal intencionadas sobre a empresa.
Identificar e prender os corruptos da empresa sim !